SE TEM FOGO TEM GLÓRIA

SE TEM FOGO TEM GLÓRIA
PASTOR RONNE

sábado, 25 de maio de 2013


Quando Deus apareceu a Moisés no Monte Horebe, deu-lhe uma missão quase impossível:
"Vem agora, pois, e Eu te enviarei a Faraó para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito".
E tendo aceitado aquela missão, Moisés enfrentou a astúcia do soberano do Egito, que não tinha nenhuma vontade de deixar o povo ir.
Por quatro vezes Faraó tentou enganar Moisés, mas não logrou êxito.


A primeira proposta (Exodô 8:25)

"Então chamou Faraó a Moisés e a Arão e disse: Ide e sacrificai ao vosso Deus nesta terra."

Moisés não aceitou, e por duas razões:
Ele temia que, sacrificando no Egito, os egípcios considerariam o sacrifício uma afronta a seus deuses e poderiam perseguir Israel. Mas o pior não era isso. Deus não aceitaria um sacrifício na terra da escravidão. O Egito simboliza o mundo, lugar do pecado; tem que sair do mundo para consagrar a vida ao Senhor. Deus requer uma mudança. Sacrifício no Egito significa um falso ensino e uma falsa conversão. A mensagem de Deus é: Arrependei-vos e convertei-vos dos maus caminhos. O "Egito" é um mau caminho é caminho do mundo. O pecador para receber o perdão de Deus o pecador tem que abandonar o mundo, sair do Egito, e tornar-se para Deus. O Faraó com aquela proposta queria que Moisés e o povo de Israel pensassem que estariam agradando a Deus, mas seu real propósito era que eles continuassem escravos.
O Egito é a terra da escravidão e o Faraó simboliza satanás, e Moisés, o libertador, uma figura do Cristo. Moisés recusou a proposta de Faraó e não houve acordo.

A segunda proposta (Exodô 8:28)

"Disse Faraó: Deixar-vos-ei ir, para que sacrifiqueis ao Senhor, vosso Deus, no deserto; somente que indo, não vá longe; orai também por mim".

Tendo sofrido as conseqüências da quarta praga, Deus estava quebrando o orgulho de Faraó lento e gradualmente. Uma nova proposta Faraó fez, depois de ouvir os conselheiros. Moisés não se deixou enganar pela aparente humildade, pois a trás daquela proposta escondia outra armadilha - sacrificar perto do Egito. Isto significava coxear entre dois caminhos. Morar na divisa do Egito era tão perigoso quanto estar no Egito. Um exemplo: quando Ló, o sobrinho de Abraão, escolheu a campina do Jordão, não foi morar direto em Sodoma. Ao longo do tempo ele foi assentando sua tenda cada vez mais perto, e por fim, foi morar na própria Sodoma. Quem aceita Jesus, mas não rompe com as velhas amizades, é como a semente à beira do caminho, que fica ao alcance do diabo. Se na primeira proposta Faraó queria que Moisés aceitasse um sacrifício de mentirinha, na segunda ele esperava que a mudança também fosse de "brincadeirinha".

A terceira proposta (Exodô 10: 1-11)

Mas três pragas tinham caído sobre o Egito. Sete pragas. Moisés ia fortalecendo-se diante dos olhos do Egito e de Israel. Agora ele estava na ofensiva e Faraó, acuado.

"Disse Moisés a Faraó: Assim diz o Senhor: Até quando recusas a humilhar-te diante de Mim? Deixa ir o Meu povo para que Me Sirva, e em seguida ameaçou com a praga de gafanhotos."

Então Faraó querendo mostrar força diante de seus servos, endureceu as negociações. Moisés queria que saísse povo com suas famílias, incluindo velhos, filhos, filhas e o gado para fazer uma festa ao Senhor a uma distância de três dias no deserto. Faraó não concordou: Andai agora vós e os varões e ninguém mais. E os lançou fora do palácio.

De acordo com essa proposta, eles deviam deixar para trás as famílias e o gado. A família é um projeto do Senhor. Seu conceito é divino e uma Igreja forte se faz com famílias bem constituídas. Quando a família vai mal, sofrem a sociedade, a Igreja e toda nação. De que vale o crente ganhar o mundo inteiro para Cristo a custa da sua própria família? É isto que muitos pastores e pregadores estão fazendo. Moisés não aceitou deixar as famílias de Israel para trás; nem os velhos, nem as esposas, nem filhos, nem filhas; como também não ficariam nem os animais. Faraó recusou a proposta de Moisés e a resposta de Deus foi à praga dos gafanhotos, que arrasou a agricultura do Egito.

A quarta proposta de Faraó. (Êxodo 10. 24)

E Faraó chamou Moisés e propôs: Ide e servi ao Senhor, as crianças também podem ir, mas vão ficar as ovelhas e as vacas. Faraó contava com a fuga de Israel para a liberdade. Ao exigir que ficassem as ovelhas e as vacas estava planejando que a fome debilitasse, fragilizasse Israel e quando estivesse assim, iriam se lembrar da comida dos escravos, das cebolas do Egito e votariam correndo com os próprios pés.

Um povo sem vacas e sem ovelhas afetaria diretamente as crianças, pois não haveria leite e a reprodução ficaria comprometida. A esta altura, Moisés além de querer levar a família e o gado impôs uma nova condição: Tu também darás em nossas mãos sacrifícios e holocaustos, para que ofereçamos ao Senhor nosso Deus. Moisés aumentou as exigências. Faraó, irritado, disse que nunca mais queria vê-lo. O Resultado de sua recusa em deixar sair Israel foi à última e mais devastadora das pragas: a morte dos primogênitos do Egito, tanto de pessoas como animais. O Egito inteiro acordou de luto.

A conclusão do negócio

Faraó mandou chamar a Moisés pela última vez, na calada da noite, e disse: Levantai, e saí do meio do meu povo, tanto vós como os filhos de Israel; e ide, e servi ao Senhor, como tendes dito. Levai também convosco vossas ovelhas e vossas vacas, como tendes dito; e ide e abençoai-me também a mim. "E os egípcios apertavam o povo, apressando-se para lançá-los fora da terra com receio de serem todos mortos pelo Deus de Israel. E fizeram, pois, os filhos de Israel conforme a palavra de Moisés e pediram aos egípcios vasos de prata, vasos de ouro e vestes. E saíram em vitória, livres e prósperos.

Contextualizando:

Moisés não fez nenhuma concessão a Faraó; ao contrário: aumentou as exigências. Quando o que está em jogo é a fé, a vida espiritual, a família e os bens do crente - não se deve fazer concessões ao diabo de maneira alguma. Para mostrar que isso é uma realidade vamos relatar um caso real.

Quinze anos atrás tínhamos duas vizinhas, que não eram crentes nem suas casas. As duas freqüentavam cultos em minha casa e na casa de outros vizinhos. Pouco depois, aceitaram Jesus. A vizinha "A" tinha problemas de possessão demoníaca. Acordava de vez em quando vendo o diabo na cama e saía correndo pelo meio da rua, às vezes, até mesmo nua. Seu esposo era ateu; há muito tempo esperavam por um filho que nunca vinha.

A vizinha "B" quando aceitou Jesus estava sem o marido, pois este abandonara o lar por causa de outra mulher.

A vizinha "A" ficou firme com Jesus. Foi liberta dos demônios, com o passar do tempo seu marido, ateu, começou a acompanhá-la aos cultos. Em seguida, ele também aceitou Jesus. Depois ela ficou grávida, dando a luz a um lindo garoto. Cerca de uns sete anos atrás, fui convidado para cerimônia de consagração de seu esposo - ao pastorado. De ateu a Pastor em sete anos, graças a uma esposa sábia.

A vizinha "B" passou por um teste semelhante ao que Moisés enfrentou com Faraó. O esposo que abandonara o lar deu-se mal. Foi posto no olho da rua pela outra mulher. A vizinha "B" amava muito seu esposo e o diabo sabendo que aquela história iria terminar bem lhe fez uma proposta fatal. Um dia, O marido infiel veio para uma visita e disse à vizinha "B": Se você quiser que eu volte terá que deixar de ir à Igreja, e quando você fizer isto, eu volto.

Não sabendo ela que ele já estava no meio da rua, tomou uma atitude: aceitou as condições do (diabo) marido e abandonou a Igreja. Até o ano passado ele era o maior bêbado da rua. O filho mais novo, às vezes tinha de buscá-lo e ampará-lo até chegar em casa. Ela caiu no blefe do diabo e enfrentou uma luta desigual por mais de 15 anos. O nome deste vizinho esteve na primeira linha da minha lista de orações até o começo deste ano. Graças a Deus! Depois de 15 anos, ele se internou em uma clínica para recuperação de alcoólatras em 2007. Se ela tivesse orado e dissesse: Não! seu marido já seria um salvo em cristo há 15 anos.

Cuidado com as propostas do diabo. Elas nunca são apenas o que aparentam ser. Seja exigente se o que estiver em jogo for sua vida espiritual e a da sua família.


Read more: http://www.mefibosete.com/2012/03/as-quatro-propostas-de-farao.html#ixzz2ULONWEz2
Água e fogo: símbolos das adversidades

(Isaías 43:2) Águas:

• Quando passares pelas águas, estarei contigo!
• Águas de juízo: dilúvio;
• Águas de morte: Moisés lançado no Nilo;
• Águas de barreiras: Mar Vermelho;
• Águas de separação: Josué e o Jordão;
• Águas de temor: os discípulos e a tempestade;
• Águas e alimento: os discípulos sem peixe no mar;
• Águas de angústia: Agar e Ismael com sede no deserto;
• Águas de provação: Rebeca e a água para os camelos;
• Águas de confiança: Naamã e o Jordão;
• Águas contra o trabalho: águas que "engolem" o machado.
• Quando passares pelos rios, não te submergirão.
• Águas correntes;
• Águas que trazem detritos;
• Águas profundas.


Fogo:
• Quando passares pelo fogo, não te queimarás;
• Enfrentar o fogo da santidade em Moriá;
• Confiar no fogo em forma de coluna no deserto;
• Estar preparado para passar pelo fogo, pois o Senhor não prometeu nos livrar do fogo, mas sim no fogo;
• Afinal é com o fogo que se purifica o ouro;
• Sem fogo, a entrega de sacrifícios fica impossibilitada. Aprendamos a sofrer por Jesus e com Jesus: quer seja no fogo ou na água, não neguemos ao Senhor diante dos homens e das adversidades, pois ele mesmo disse:

Aqueles que me negarem diante dos homens eu os negarei diante de meu Pai


Read more: http://www.mefibosete.com/2011/08/esboco-marco-feliciano-agua-e-fogo.html#ixzz2ULNpu8jr

terça-feira, 21 de maio de 2013

AS TRÊS UNÇÕES DO REI DAVI “ ESTA MENSAGEM MUDARÁ A SUA VIDA”.



Isaías 61: 1

01. O Espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;



Ø INTRODUÇÃO

Esta mensagem tratará de um assunto dos mais importantes no meio do povo de Deus na face da terra, pois muitos pensam ter e não tem, e outros tem e não sabem

A unção é muito importante no exercício da autoridade espiritual, sendo mesmo indispensável na vida de todo cristão. No Antigo Testamento conhecemos três tipos de pessoas eram ungidas para um ministério sobrenatural, e esta unção se dava com o óleo de azeite o óleo da unção era derramado sobre a cabeça daquele o qual fosse escolhido.

Porém, devemos entender e aprender que também existia no TANAKH (antigo testamento), três tipo de óleo de azeite, diferente um do outro em seu uso e finalidades, sendo o azeite da Unção, o azeite da Alimentação e o azeite da Lâmpada (leia a minha mensagem AZEITONAS DE DEUS). Mas porque Deus ordenava que estes fossem ungidos com o óleo puro do azeite? Qual seria o real objetivo dessa unção nas vidas dos escolhidos?

A unção traz a autoridade espiritual na vida dos que crêem como descreve no Antigo testamento e também traz a autoridade espiritual por que capacita a pessoa escolhida para realizar uma missão especial. Vejamos então os três tipos de azeite:



- O AZEITE DA UNÇÃO

Este não era um condimento, não era um azeite comum, pois seria ele o azeite escolhido para que se realizasse a unção sobre a cabeça do escolhido para que no mundo físico e no mundo espiritual todos soubessem que o ungido era uma pessoa especial e separada para tal. Este era o óleo derramado na cabeça de Arão descrito em Êxodo 29 e 30.

O azeite usado na unção era o primeiro azeite extraído dos primeiros frutos da oliveira, sendo de alto preso e de altíssima qualidade, este azeite não poderia ser usado para outro fim, se não o de ser derramado na cabeça do escolhido.



- O AZEITE DA ALIMENTAÇÃO

Este era o segundo azeite extraído do fruto da oliveira, usado na alimentação dos judeus, sendo amplamente inserido no preparo de diversos tipos de alimentos, e podemos observar no livro de I Reis 17, onde o profeta Elias habitando próximo ao ribeiro de Querite tem um diálogo com uma viúva, e fica sabendo que ela tinha pouco azeite para lhe fazer um bolo. Mas com a obediência na palavra do profeta, ouve então o milagre da fartura de alimentos (isso dá uma outra mensagem).



- O AZEITE DA LÂMPADA

Este era um outro tipo de azeite, que na extração era o terceiro óleo saído da prensa de pedra, um pequeno comentário, sobre o Getsêmane, que significa “prensa, lugar do azeite”, foi por isso que Jesus estava lá quando em seus últimos momentos transpirava sangue, ele estava sendo prensado por nossos pecados, e o azeite que estava sendo derramado era o seu sangue.

Mas este tipo de azeite nós podemos observar relatado em Mateus 25, quando vemos o próprio Jesus falando da dez virgens, e que cinco delas tinha azeite em suas lâmpadas, e outras cinco não possuíam o azeite que produzia a luz.



Ø PARA QUEM ERA O AZEITE DA UNÇÃO?

Agora que conhecemos os azeites, e sabemos que o azeite mais valioso era o que se usava na unção dos escolhidos, vejamos que então eram estes escolhidos, e quem deveria receber em suas cabeças o derramamento do azeite. A saber, eram três os merecedores do azeite da unção preciosa.



PRIMEIRO

Os Sacerdotes - (Ex 29,29-30 e 30,30) – A unção de Aarão

Neste episódio vemos o próprio Jeová mandar a Moisés separar a Arão para o sacerdócio e derramar sobre sua cabeça o azeite puro. Então assim Arão estava marcado, selado, capacitado para uma missão, ser o Cochen Gadol, o Sumo Sacerdote.



O SEGUNDO

Os profetas - (I Rs 19:16) – A unção de Elizeu

Antes de o profeta do fogo, Elias, ser levado em uma carruagem para o céu, Jeová manda que ele vá ungir a Elizeu para ser profeta em seu lugar. Então sabemos que o azeite puro e valioso é para ser derramado no ministério do profeta.



O TERCEIRO

Os Reis - (I Sm 9:16) – A unção de Saul

Quando o povo de Israel, começa a ter inveja dos outros povos, dizendo que todos tinham reis e eles não, Deus manda o profeta Samuel ungir a um jovem da tribo de Benjamim, chamado Saul, para ser o primeiro monarca do povo judeu.



Sabe o que aprendo aqui? Que não ouve, não há e nunca haverá ministério sem a presença do azeite.



Ø AS TRÊS UNÇÕES DO REI DAVID

Em minha pequenez intelectual, vejo que de fato na bíblia sagrada ouve apenas duas pessoas que recebeu as três unções, e uma delas foi David, filho de Yishai, ou Jessé, da tribo de Yuhuda, ou Judá, isso muito me chamou a atenção. Mas poucos sabemos que David, não recebeu apenas uma unção com o óleo de azeite, aquela que foi realizada pelo profeta Shamuel, mas ele foi ungido três vezes. Mas quem foi David?

Davi foi nada mais e nada menos do que o maior monarca na história judaica, líder justo e inteiramente devotado a seu povo, David foi, acima de tudo, um homem da mais profunda fé, responsável por abrir as portas do arrependimento para todas as gerações futuras.

Um dos "Sete pastores" do povo judeu, o rei David alcançou o ápice da grandeza espiritual e o Zohar, o livro do esplendor, o equipara aos três Patriarcas por ter sido, como eles, um homem que dedicou sua vida a servir a Deus. Guerreiro poderoso e invencível, David consolidou as 12 tribos de Israel em uma única nação, forte e unida. Derrotou seus inimigos, transformando-a em uma terra segura e próspera, que legou de herança a seu filho, o rei Shalomom ou Salomão. David deixou a todos os judeus e a toda a humanidade, um legado de fé e coragem, bem como a dinastia real de Israel da qual viria o Mashiach, escreveu mais da metade do sefer Tehilim, Livro dos Salmos.

Assim, este homem viveu sob as três unções vindas do céu. Unções que você caro leitor, por mais pequenino que seja poderá tê-la, veja a primeira unção na vida de David



Unção profética

Estava David, a trabalhar no pasto e seus irmãos a “vagabundar” em casa (é por isso que vagabundo não tem ministério, pois Deus não chama pessoas vadias), quando alguém vem lhe chamar dizendo que o profeta Shamuel estava em sua casa e queria lhe ver. Vejo pela fé, o jovem David descendo as campinas de Belém correndo, quase perdendo o fôlego, só para ter um encontro com o profeta de Deus.

No momento que David chega, o Eterno fala ao coração do profeta e diz para ungi-lo, pois este será o rei de Israel. Então Shamuel derrama o óleo em sua cabeça.

Uma unção profética, que fez de David um profeta, pois vemos em muitas fazes da vida de David esse ministério, a saber, quando ele pega cinco pedras para matar a Golias e usa somente uma (leia a mensagem AS CINCO PEDRAS DE DAVI), pura profecia. E o que disser das últimas palavras de David, quando ele diz que o Espírito do Senhor falou por mim e sua palavra esteve em minha boca. Sim! David era um profeta ungido de Deus.

Se tão somente receberes esta palavra, descerá sobre ti uma unção profética que fará de ti um profeta ou uma profetiza do Senhor, pois profeta ou profetiza, é aquele que fala por inspiração divina, que não abre a boca para falar “as neiras”. Receba a unção.



Unção de Rei

Estava David em uma conversa com o Eterno, pois era ele um profeta. Nesse momento David pergunta ao Senhor se deveria subir a alguma cidade, e Jeová diz que sim, e o profeta pergunta: qual cidade? E novamente Deus responde: Hebrom. Então David sobe a Hebrom, e chegando lá, os homens daquele lugar ungiram a David, rei sobre ele eles, onde então David permanece por sete anos reinando fielmente. Entre a primeira e a segunda unção pode ter se passado cerca de 13 anos.

Sim! Esta é a unção de rei que precisamos ter em nossas vidas, pois os céus pertencem a Deus, mas a terra ele deus aos homens. E então a unção dos homens de Hebrom fez de David um rei humano que governava, sobre sua própria vida, família, casa, e lugar, pois todo rei só é rei se tiver o que e a quem governar. Seja rei sobre suas finanças, sobre sua empresa, e tudo quanto o Senhor tem colocado em suas mãos.



Unção sacerdotal:

David estava tranquilamente reinando em Hebrom, aparentemente tudo ia bem, e sua fama corria por todos os lugares, mas no fundo do coração David sabia que na hora de Deus ele chegaria ao trono que era de Shaul (II Sm 2:7), o trono de Israel.

David já possuía a unção do profeta, e a unção do rei, só que ainda lhe faltava uma, e sem essa seu ministério não estaria completo. Mas Passados sete anos e seis meses (II Sm 2:11) e sabendo que sete simboliza a perfeição de Deus e seis a formação do homem, isso nos revela que Hebrom na vida de David era o cumprimento do tempo de Deus e no tempo do homem para chegar o momento da benção maior.

Então todos aos anciãos de Israel subiram a Hebrom e rogaram, ou seja, pediram com insistência, para que David reinasse sobre Israel (I Cr 11:3), e ali ungiram a Davi Rei sobre todo o povo de Israel. Uma unção vinda dos anciãos de Israel, que neste contexto eram os membros do Sanhedrin, (o supremo conselho Judeu) que também era composto por sacerdotes do povo. E quando David aceita, eles derramam o óleo na cabeça de seu novo rei, só que dessa vez seria diferente, pois era a última unção na vida de David, que iria concretizar sua vida no ministério de Deus, veja o por que na conclusão final.



CONCLUSÃO



Primeira unção de Davi:

Davi tinha entre 15 a 17 anos de idade quando recebeu a primeira unção. Ele foi chamado, escolhido, por isso foi ungido. As façanhas de Davi começaram após a primeira unção. Ele começou a matar gigantes depois que foi ungido, depois que o Espírito do Senhor veio sobre ele. Se Davi tivesse desafiado Golias sem a unção, provavelmente teria acabado na ponta da espada de Golias. Mas a luz dessa palavra eu te pergunto: O que é a unção em nossas vidas? E será que temos buscado essa unção em nossas vidas. Eu te digo:

A unção é a plenitude do Espírito Santo. Se nós, sem unção, sairmos a desafiar Golias por aí, ou quisermos reinar em alguma área, possivelmente seremos desapontados, pois todos os obstáculos e inimigos são um protótipo, a figura do diabo. Precisamos esperar como os apóstolos até que sejamos revestidos da força do alto…

Quando David vai ser ungido Rei sobre todo o Israel, ele pede para que os sacerdotes e anciãos esperem, e então ele vai a te a sala do trono e pega de lá a taça real, na qual somente o Rei poderia beber, taça essa que tinha uma capacidade de aproximadamente três litros. David então põe a taça em baixo de sua barba ruiva e manda que seja agora derramado o azeite da unção, e fala aos anciãos, NÃO PAREM ATÉ QUE A TAÇA SEJA CHEIA! David queria a unção total a qual também teria sido derramada por Moshé, na cabeça de Aron, seu irmão. E isso está escrito no Sefer Tehilim 23:5b, (livro dos Salmos).

Quero que você não pare agora até que a plenitude do Espírito Santo esteja em sua vida, pois sem a ação do Espírito Santo você pode ser derrotado. Como David somente mais um homem teria recebido as três unções em sua vida. Talvez você pense que teria sido Moshê, ele foi profeta e sacerdote, mas ele não foi rei do povo foi um juiz, ou o profeta Shamuel, mas esse também não foi rei. David era um prenúncio da vinda do próximo homem que teria as três unções, seu nome seria YESHUA MASHIACH, ou seja JESUS O UNGIDO.

No Antigo Testamento, a unção era feita com óleo, no Novo Testamento a unção é traduzida como “O Espírito Santo vindo sobre uma pessoa”. Você pode receber hoje as três unções em sua vida, pois assim diz a palavra de Deus.



I Pe 2:5 - Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo.

Ap 5: 10 - E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.

Ap 1: 6 - E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém.

Ap 11: 18 - E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.

Ef 4: 11 - E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores,



Pr. Alexandre Augusto
Quadrangular - Itajubá/MG

VISITEI MEUS AMIGOS VEREADORES DE NOVO GAMA
EU E MEU AMIGO PASTOR LENO
EU E MEU AMIGO PASTOR RANULFO DE RIACHO FUNDO 01. IGREJA BATISTA DA VITÓRIA

sábado, 27 de abril de 2013

A BÊNÇÃO DE ANDAR COM DEUS.

Ande com Deus e seja abençoado.

Introdução:

andar com DeusQuanto mais uma pessoa se chega a Deus, mais indigna ela se sente, pois, ao conhecer o Senhor, aprende que a sua justiça é como trapo de imundícia (Is 64.6). Aquele centurião – que, provavelmente, durante muito tempo, temia o Todo-Poderoso, orava e dava esmolas e ofertas – declarou-se indigno de receber o Deus eterno debaixo de seu teto.

A maioria das pessoas, no entanto, pensa diferente: elas gostariam que Jesus estivesse com elas aonde quer que fossem. Mas como Ele pode caminhar com alguém que vive em pecado?

E o centurião, respondendo, disse: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado sarará. Mateus 8.8
1 – ANDAR COM DEUS NOS MOSTRA QUEM SOMOS DE VERDADE

• Aquele que anda distante de Deus não consegue enxergar as próprias falhas; mas, normalmente, vê os erros de todas as pessoas e, se dependesse dele, elas deveriam ser arrancadas da face da Terra. Porém, ao andarmos perto do Altíssimo, conseguiremos ver-nos e confessar a nossa indignidade, como, por exemplo, fez o profeta Isaías. Quando viu o Senhor, ele gritou apavorado, dizendo que era um homem de lábios impuros e iria perecer, pois seus olhos tinham visto o Rei da glória (Is 6.1-5).

• Quem se vê como uma pessoa certa, justa e reta precisa conhecer a Verdade (Pv 30.12), pois, quando a Luz eterna brilha em nós, descobrimos quão maus temos sido. Até então, não existiam pessoas melhores do que nós, mas, ao provarmos da misericórdia e da graça de Deus, conseguimos dar o verdadeiro valor aos outros.
2 – ANDAR COM O SENHOR NOS MOSTRA QUEM DEUS É DE VERDADE

• O centurião romano era temente a Deus. Ele vivia jejuando, orando, e tudo o que era seu pertencia também aos outros. Por isso, quando pediu ajuda divina, teve a resposta: o Senhor iria, pessoalmente, resolver seu problema. Então, surpreso com a decisão de Jesus, ele mostrou o que tinha no coração: a verdadeira fé. Quem, de fato, agrada ao Pai será agradado por Ele. O Altíssimo sempre surpreenderá a pessoa que caminha em Sua luz e confia nEle de todo o coração, mesmo que, às vezes, a decisão dEle seja tão grande, que ela não se sinta merecedora de tal tratamento.

• Quantos têm orado e pedido ao Pai que vá com eles para resolver um problema familiar, financeiro, de saúde e tantos outros. No entanto, de que forma Ele atenderia a seus pedidos, se eles só vivem olhando para o que não serve, pensando no que é errado e pecando? Dois só andam juntos se houver mútuo acordo (Am 3.3).
Conclusão

• O melhor dessa vida é andar com Deus. Enoque, o sétimo depois de Adão, provou isso. Ele andou com o Altíssimo, e ninguém o viu mais, pois o Senhor para Si o tomou (Gn 5.24).

• Da mesma forma, irmão, esforce-se para cumprir o que a Palavra tem falado ao seu coração. Não se venda ao pecado nem deixe o maligno roubar-lhe as grandes surpresas que o Senhor tem para você.

Texto-base: Mateus 8.8

Objetivo geral: consagração

Propósito específico: o ouvinte deverá andar com Deus dia a dia.

domingo, 21 de abril de 2013

Os cinco grupos de seguidores de Jesus – Esboço de Sermão
/ Marcadores: Esboços de Sermões


1º GRUPO – O grupo formado pelas multidões.
1.1. – Mt 4.25. – Durante os três anos e meio de ministério, Jesus foi seguido por uma grande multidão. As principais características dos seguidores que formavam as multidões;
1.1.1. – Pessoas que íam porque todos íam, ou seja, pessoas que não tinham qualquer compromisso;
1.1.2. – Pessoas que só O buscavam pelos milagres que fazia – Mt 15.31; Jo 6.2;
1.1.3. – Pessoas interesseiras – Jo 6.26; Jo 6.27;
1.1.4. – Pessoas que não assumiam publicamente que eram seus seguidores – Jo 19.38; Jo 3.1; Jo 3.2;
1.2. – O Problema é que foi a MULTIDÃO quem pediu a Pilatos – Jo 19.15; Lc 23.18;
2º GRUPO – O grupo formado pelos 70 discípulos.
2.1. – Dentre aquela grande multidão, O Senhor Jesus destacou a 70 homens para que fossem, de dois em dois, anunciar o Evangelho do Reino;
2.2. – Esse grupo é o grupo dos que servem a Jesus. Saem pelas praças, pelas ruas, pelas casas e anunciam o Evangelho da salvação – Lc 10.1;
2.3. – Esse grupo é um grupo de pessoas salvas por Jesus, mas, que se alegram apenas por que são usados pelos dons espirituais. Valorizam mais os meios que os fins – Lc 10.17; Lc 10.20;
2.4. – Não há nada de errado com esse grupo. Porém, esse pode ser o grupo daqueles que dirão: Mt 7.22; Mt 7.23.
3º GRUPO – O Grupo formado pelos 12 apóstolos.
3.1. – Quanto ao grupo anterior, nós nem sabemos quem eram. Mas os membros deste grupo o Senhor os chama por nome. 12 homens a quem o Senhor chamou para formar os líderes de sua obra;
3.2. – Este grupo foi privilegiado, tanto por ter seguido de perto a Jesus, quanto por ter contemplado todos os milagres por ele operado;
3.3. – Porém, não podemos nos esquecer que no meio destes havia um, o Judas, cujo coração não era reto perante o Senhor e, por isso se enquadrou nas características daquele que foi chamado depois de “O filho da perdição” – Jo 17.12;
4º GRUPO – O grupo formado pelos 3 discípulos mais próximos a Jesus.
4.1. – Dentre os 12 o Senhor tinha predileção por 3, Pedro, Tiago e João. Homens que não se conformaram em apenas seguir e assistir a Jesus, mas quiseram conhece-lo bem mais de perto;
4.2. – Foi esse grupo que teve o conhecimento de detalhes dos mistérios do Reino que aos outros não foi revelado;
4.3. – Foi esse grupo que teve o privilégio de contemplar a transfiguração de Jesus e conhecer a Moisés e a Elias no Monte Tabor;
4.4. – Foi também, esse grupo que foi destacado por Jesus para “pisar o lagar” e entrar com Jesus no suplício, mas que não teve forças e adormeceu – Mt 26.37; Mt 26.40; Is 63.3;
5º GRUPO – O grupo representado pelo discípulo amado – João.
5.1. – Mas, Jesus queria mais. Ele quer e procura alguém com quem Ele possa ter um relaconamento mais estreito, mais próximo – Sl 4.3;
5.2. – João reclinava-se no peito de Jesus – Jo 13.25; E era chamado de “o discípulo amado” – Jo 21.7;
5.3. – A qual desses grupos você pertence?
Fonte: Esboços de Sermões

sexta-feira, 12 de abril de 2013

SE TEM FOGO TEM GLÓRIA: Pastor Gilberto Gama DF . Oração de Poder

SE TEM FOGO TEM GLÓRIA: Pastor Gilberto Gama DF . Oração de Poder

A Batalha Espíritual Existe? Estudo Biblico Completo!
05/04/2013 15:33


A coisa que eu mais fico assustado é com gente que se diz Cristã, mas não reconhece a Batalha Espiritual que existe. Não estou criticando aqueles que são contra, mas a verdade bíblica é outra e Satanás consegue muitas vitórias contra alguém que nem ao menos sabe que está na guerra. A Batalha Espiritual existe, quer você queira ou não. Não adianta ficar “escondido” e se fazer de morto, ou você entra na guerra, ou você perde! Cada crente possui lutas diárias em sua caminhada com o Senhor. O apóstolo Paulo foi até impedido por Satanás em certas ocasiões de pregar em determinado local:

“Pelo que fizemos o possível de ir visitar-vos, ao menos eu, Paulo, em diversas ocasiões, mas Satanás nos impediu” (1Ts.2:18)

Veja que o próprio apóstolo Paulo, homem correto diante de Deus, teve lutas contra o Diabo e chegou até a ser impedido por ele de pregar em certos lugares, mas tem crente que se acha o super-men evangélico! Sabemos que Paulo ganhou muito mais lutas do que perdeu, mas ele era humano e, às vezes, Satanás obtinha êxito em frustrar seus planos. Observe que não está escrito que Deus mudou de idéia sobre a viagem de Paulo. Está escrito claramente que Satanás o impediu. Nem mesmo Paulo ficou isento da guerra! E a Bíblia retrata bem que essa guerra existe:

“Porque a nossa guerra não é contra a carne e o sangue, mas contra principados e potestades, contra os príncipes das trevas desse século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (Ef.6:12)

O que é isso que Paulo retrata em Efésios? GUERRA, ora!!! Existe uma guerra que está sendo travada, uma disputa entre o bem e o mal, nas regiões celestiais, e a Igreja não está isenta, nunca esteve, e cada crente tem uma guerra (perceba que Paulo diz “a nossa luta”, ele não isenta ninguém da guerra). A maioria das pessoas param em Efésios 6:12, nas palavras: “A nossa luta não é contra.”

Mais batalha espiritual:
“Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia.” (Dn.10:13).

A Bíblia retrata nesta passagem de Daniel uma guerra que estava acontecendo nas regiões celestiais. E tudo para impedir que o anjo entregasse a Daniel a resposta de sua oração! E o que Daniel ficou fazendo nesse meio-tempo em que a resposta não chegava? Jogando pôquer? NÃO! Ele ficou vinte e um dias de jejum! A batalha espiritual depende fundamentalmente das nossas próprias atitudes, quanto a isso veremos mais a seguir.

Essa batalha é bem exemplificada na batalha entre Israel e Amaleque em Êxodo 17:8-13. Nessa famosa passagem, Moisés subiu ao topo de uma montanha com a vara de Deus em sua mão, enquanto Josué conduzia o exército ao campo de batalha no vale. Quando Moisés erguia a vara de Deus, Israel prevalecia; quando ele a abaixava, Amaleque prevalecia. A vitória não foi decidida pela força e nem pelo poder do exército de Israel. Se esse fosse o caso, eles não teriam vacilado quando Moisés abaixava a vara. Nem foi pelo moral – eles não estavam olhando para Moisés em busca de inspiração, enquanto travavam uma batalha corpo-a-corpo! Foi uma batalha invisível nas regiões celestiais que realmente decidiu a vitória no campo de batalha.

Quando negamos essa batalha, Satanás obtém vantagem sobre nós. 2Coríntiois 2:11 diz: “A fim de que Satanás não obtenha vantagem sobre vós, pois não ignoremos as suas intenções”.

MAS ESPERA AÍ! JESUS JÁ NÃO VENCEU NA CRUZ? SE O DIABO JÁ ESTÁ DEBAIXO DOS NOSSOS PÉS ENTÃO POR QUE TEMOS QUE “BATALHAR” CONTRA ELE?

Um argumento bastante usado por aqueles que não reconhecem a batalha espiritual é que Jesus já venceu na cruz, e por isso o diabo já está debaixo dos nossos pés, portanto não resta mais guerra nenhuma à Igreja. Essa é uma má interpretação do que realmente significa o “está debaixo dos nossos pés”.

Antes, porém, vamos voltar um pouquinho no tempo, até a época de Josué. O nome Josué, que na verdade é a mesma palavra grega para o nome Jesus, havia sido mudado anteriormente para compor essa imagem. Seu nome original era Oséias. Depois que Josué e o exército de Israel derrotaram os cinco exércitos dos cananeus em defesa dos gibeonitas (Josué 10:22-27), os reis desses exércitos fugiram e se esconderam em uma caverna.

Ao descobri-los, Josué ordenou que lhe trouxessem os reis e os fez deitar no chão. Ele estava para desempenhar um costume bem conhecido, que era o de colocar o pé sobre o pescoço ou a cabeça do inimigo para exibir a vitória. Várias vezes, o exército derrotado, ou exércitos nesse caso, eram apresentados em desfile perante o rei ou o general vitorioso, enquanto ele “exibia” a sua conquista. É a isso que Colossenses 2:15 está se referindo quando diz que Cristo “tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz”.

Josué, contudo, está para fazer algo bem diferente e muito profético. Em vez de colocar o pé no pescoço desses reis, como era costume, ele chamou alguns de seus soldados e mandou que colocassem os pés sobre o pescoço daqueles reis. O quadro de Cristo e a sua Igreja, seu exército, apresentado aqui não poderia ser mais literal. Em cumprimento a esse quadro profético, Jesus derrotou Satanás, seus principados e potestades, os dominadores desse mundo tenebroso, Ele também chamou seu exército e disse: “Coloquem os seus pés sobre o pescoço desses inimigos”.

Quando Efésios 2:6 diz que “Deus nos ressuscitou em Cristo”, isso significa que Jesus está dizendo: “A vitória não é apenas minha, mas de vocês também”. Ele também está dizendo: “O que eu fiz, vocês devem executar. Eu coloquei o inimigo sobre os meus pés legalmente, sobre minha autoridade, mas vocês devem exercer essa autoridade em situações individuais, fazendo com que ela tenha cumprimento literal”.

É por isso que Romanos 16 diz: “Em breve o Deus da paz esmagará Satanás debaixo dos pés de vocês”. E Lucas 10:19 diz: “Eu lhes dei autoridade para pisarem sobre cobras e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo; nada lhes fará dano”. O Salmo 110, um salmo messiânico e profético relacionado a Cristo, também retrata nossa relação com Ele. Ele prediz que Cristo, após sua ressurreição, subiria para a mão direita do Pai. De acordo com o NT, no momento de sua ascensão e glorificação, Ele já havia colocado todas as autoridades sob seus pés:

“Deus colocou todas as coisas debaixo de seus pés, e o designou cabeça de todas as coisas para a igreja” (Ef.1:22)

“Porque ele tudo sujeitou debaixo de seus pés. Ora, quando se diz que ‘tudo’ lhe foi sujeito, fica claro que isso não inclui o próprio Deus, que tudo submeteu a Cristo” (1Co.15:27)

Mas o Salmo 110 nos diz que Ele ainda estaria esperando que esses inimigos fossem colocados por estrado de seus pés: “Sentaste à minha direita, até que eu faça dos teus inimigos um estrado para os teus pés” (Sl.110:1)

Espere um minuto. Temos aqui uma contradição entre essa profecia messiânica e os versículos do NT que dizem que depois que Ele subiu para a mão direita do Pai, os inimigos já estavam sob seus pés? Não. Então por que essa aparente incoerência? Os inimigos estão sob seus pés ou serão colocados lá depois? A resposta é: Sim!

-Ele [Jesus] venceu a Satanás e a seu reino; nós executamos essa vitória.

Eles estão sob seus pés legalmente por causa da cruz. Eles estão literalmente quando nós fazemos a “nossa parte”. Os versículos 2 e 3 do Salmo 110 descrevem a nossa parte:

“O Senhor estenderá o cetro de teu poder desde Sião, e dominarás sobre os teus inimigo! Quando convocares as tuas tropas, o teu povo se apresentará voluntariamente. Trajando vestes santas, desde o romper da manhã os teus jovens virão como o orvalho”

A palavra “poder” nessa passagem é traduzida como “exército”. Cristo está procurando um exército voluntário que estenda o poderoso cetro de sua autoridade, domine no meio de seus inimigos e execute a grande vitória de Jesus. Assim, mais uma vez, Ele colocou todas as autoridades sob seus pés ou somos nós que colocamos? Sim! Ele colocou, nós executamos. Ele conquistou Satanás e seu reino; nós executamos essa vitória.

COMO A GUERRA COMEÇA?

Basicamente, a partir da oração (eu não estou dizendo que aquele que não ora está isento da guerra, tão-somente que, quando oramos, há retaliação do maligno). Quando pedimos alguma coisa em oração, seja alguma coisa para nós ou até mesmo por avivamento ou que o reino de Deus venha, Satanás obviamente não fica “de braços cruzados” com tudo isso, ele vai lutar contra isso, contra aquilo que você pede, pois de nada interessa a Satanás que você tenha o seu pedido atendido. Muitas pessoas relacionam erradamente a oração como uma “arma”. A Bíblia nunca retrata a oração como sendo uma arma. A Bíblia retrata várias “armas” que nós temos para usar nessa batalha (veremos mais sobre isso a seguir), mas a oração não é uma arma. A oração é a guerra. Quando você ora, a guerra é iminente.

MAS ENTÃO QUAIS SÃO AS MINHAS ARMAS? COMO EU VENÇO ESSA GUERRA?

armaduras-de-deus

Efésios
6:13 Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.
6:14 Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça;
6:15 E calçados os pés na preparação do evangelho da paz;
6:16 Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.
6:17 Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;
6:18 Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos,
6:19 E por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho.

armaduras-de-deus

Apenas por essa passagem de Efésios já dá para concluirmos que temos de usar nessa guerra: A armadura de Deus, o cinturão da verdade, a couraça da justiça, o “calçado” da pregação do evangelho, o escudo da fé, o capacete da salvação e a espada do Espírito.

Perceba que de todas as nossas “armas” apenas a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus (v.17), é uma arma de ataque. Todos os outros são de defesa. Sabemos que a Bíblia é a Palavra de Deus. Paulo nos estimula a lermos a Palavra de Deus, como uma arma de ataque. Ora, se Paulo diz que a leitura da Bíblia é um meio de ataque ao inimigo, é porque nós somos edificados quando a lemos e a praticamos. Isso está de acordo com o que Paulo escreve em 2Timóteo 3:16,17:

“Toda Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.”

Percebeu quanto coisa boa que a leitura das Escrituras nos trás? Paulo diz que ela serve para ensinar, redargüir, instruir em justiça, e para ser perfeitamente instruído em toda a boa obra. E essa mesma Palavra de Deus, Paulo diz que serve como arma de ataque contra o nosso inimigo, Satanás (Ef.6:17). É por isso que o diabo quer tanto impedir a sua leitura. É por isso que ele fez tanta coisa para impedir a sua leitura e a sua divulgação na Idade Média, e é por isso que até hoje muitos Cristãos tem um verdadeiro receio de ler a Bíblia, muito embora leiam tantos outros livros. A leitura da Bíblia não só nos edifica, como também nos serve de arma nessa batalha espiritual.

Paulo também cita o cinturão da verdade. A verdade é Jesus Cristo (Jo.10:10; Jo.14:6). Temos que andar nos caminhos Dele, e obedecê-lo. Não adianta fingirmos que estamos na verdade, quando na realidade estamos encobertos na mentira e no pecado. Sem santificação ninguém verá o Senhor (Hb.12:14), e sem andar no caminho da verdade é impossível ganhar qualquer batalha espiritual. Note que Paulo faz uso do “cinturão da verdade” como uma arma de defesa. Se não andarmos na verdade, ficaremos expostos aos ataques do inimigo contra a nossa vida.

A couraça da justiça é o revestimento da justiça de Deus em nós, como mais uma arma de defesa contra o inimigo. Se não andarmos na justiça que Deus nos ordenou que andássemos, de nada adianta entrarmos em qualquer batalha espiritual. Deus quer que sejamos justos e honestos em tudo e que andemos na sua justiça. Nós somos embaixadores de Cristo na Terra (2Co.5:20), e como tal devemos andar na justiça de Deus. Outra arma citada por Paulo nessa passagem de Efésios é “o calçado da pregação do Evangelho”.

Cristo não nos chamou para o aceitarmos e ficarmos parados em casa de braços cruzados. Filipenses 3:12 diz que “nós fomos alcançados (por Deus) para alcançar (outras pessoas, não-convertidas)”. Cristo ao deixar este mundo disse para os apóstolos: “Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc.16:15). Nós temos um objetivo aqui neste mundo. E esse objetivo não é só o de guardarmos a nossa salvação até o dia do juízo final, mas o de alcançarmos o maior número de pessoas não-convertidas e as guiarmos à luz do evangelho da glória de Cristo, pois foi para isso que nós fomos alcançados por Deus. E pregar o Evangelho é mais uma das armas a nosso favor citada por Paulo nessa batalha espiritual que enfrentamos todos os dias.

Paulo também cita o escudo da fé. Sem fé é impossível agradar a Deus (Hb.11:6). Ora, a fé é o fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem (Hb.11:1). Cristo disse que “qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito.” (Mc.11:23). Para ter fé, é primeiro necessário crer que Deus existe e que é galardoador daqueles que o busca. A fé, segundo Paulo, não é apenas algo necessário na vida de um Cristão e fundamental para uma oração, mas também é um escudo nesta luta que temos contra o maligno. Por fim, Paulo cita o capacete da salvação.

Para tomarmos este capacete, temos que confessar que Jesus Cristo é salvador único e suficiente das nossas vidas (At.4:12), pois “se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” (Rm.10:9). Para usar este capacete também é preciso que tenhamos a convicção de que somos salvos, e que não estamos andando no caminho errado. Paulo diz que “a palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus” (1Co.1:18). Nós temos que tomar posse da salvação que temos em Cristo Jesus e colocar em prática o verdadeiro evangelho, pois de nada adianta sermos salvos por Cristo se não praticarmos o que está escrito: “Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não praticante, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural, porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era.” (Tg.1:23,24).

Sem essas coisas: A santidade, a verdade, a justiça, a pregação do evangelho, a fé, a salvação, e a leitura da Palavra de Deus, dificilmente alguém ganha uma batalha espiritual. Essas são as nossas armas. As seis primeiras são de defesa. O inimigo lança “setas inflamadas” contra nós (Ef.6:16), e se não colocarmos em prática alguma dessas seis coisas mencionadas acima, estaremos abertos ao ataque de Satanás contra as nossas vidas. A última (leitura da Palavra de Deus) é a única arma mencionada de ataque. Isso porque você é edificado quando lê a Palavra (2Tm.3:16,17), e com maior edificação pessoal mais fácil fica para nós colocarmos em prática o Evangelho, e a santificação. 2 Timóteo 3:16 e 17 nos diz que a leitura da Palavra de Deus serve para ensinar, redargüir, instruir em justiça, e para ser perfeitamente instruído em toda a boa obra. Isso é fundamental para a nossa caminhada cristã.

Perceba que a partir do versículo 18, Paulo pede para que as pessoas orem no espírito e suplicassem por todos os santos, e por ele mesmo: “Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos, e por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho”. Note que ele já havia parado de mencionar as nossas armas de ataque e de defesa nessa guerra que temos contra o inimigo, que vão desde o verso 13 até o 17. Por quê? Porque, como eu já disse, a oração não é uma arma, mas sim a guerra. E para vencermos nessa guerra temos que praticarmos todas essas coisas mencionadas acima. A oração é fundamental na vida cristã.

Orar não só por nós mesmos, mas pelos outros irmãos, é incentivado na Bíblia toda. 1 Timóteo 2:1 nos diz: “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens”. A oração intercessória tem um poder muito grande, quando vinda de um homem justo e íntegro diante de Deus. Perceba também que o apóstolo Paulo diz para orarmos no Espírito, também freqüentemente interpretado como “orar em línguas”. O “falar em línguas” é uma linguagem de oração, e quem ora a Deus é o Espírito Santo: "Se eu orar em língua estranha, o meu espírito ora bem, mas o meu entendimento fica sem fruto... Orarei com o espírito.." (1Co.14:14,15).

Ora, há muitas coisas que o homem não sabe fazer; uma delas é orar, de fato Paulo diz que "não sabemos o que havemos de pedir como convém" (Rm.8:26). Mas Deus, conhecedor dos limites do nosso corpo e da nossa mente, enviou o Espírito Santo para socorrer a esta fraqueza humana. Mas de que maneira o Espírito supre a esta falta de conhecimento e de expressões apropriadas e satisfatórias? Intercedendo Ele mesmo pela boca daqueles que foram batizados com o Espírito Santo, de fato quando um crente cheio do Espírito fala em outra língua, o Espírito Santo não está fazendo mais que orar por ele e pelos santos, pedindo a Deus para fazer coisas que tanto ele como outros crentes têm necessidade. O falar em línguas também tem um poder muito grande no reino Espiritual, e nos auxilia nessa batalha contra o nosso adversário, Satanás.

A QUESTÃO DA “LEGALIDADE”

Quando tratamos de batalha espiritual, é impossível não entrarmos no assunto da legalidade. Os demônios são seres extremamente legalistas. Já vimos que a santidade, a verdade, a justiça, a pregação do evangelho, a fé e a salvação, são armas de defesa (escudos) contra os ataques do maligno. Quando nós desagradamos a Deus e cometemos um pecado de grande conseqüência, o que acaba acontecendo é que você perde (mesmo que temporariamente) as suas armas de defesa, o que acaba resultando que você fica exposto aos dados inflamados do maligno (Ef.6:16).

É para essa “legalidade” que damos o nome de brecha. Existem vários exemplos bíblicos para isso, vou citar apenas alguns. Davi, rei de Israel e correto diante de Deus, cometeu adultério com Bate-Seba, esposa de Urias, e depois o mandou para frente da batalha, o que acabou resultando na morte de Urias também. O que acabou resultando é que a proteção de Deus a Davi acabou se rompendo, e o seu filho que nasceu dessa junção acabou sendo morto, ainda recém-nascido. Noutra ocasião, Davi deu ouvidos aos planos de Satanás e provocou o recenseamento da nação.

Resultado: O Anjo de Senhor matou setenta mil pessoas da nação. Isso que eu estou dando um exemplo de alguém com um coração reto diante de Deus. Mas por que isso acontece? Por que Deus é mal e gosta de fazer os outros sofrerem? Não! Porque a cerca de proteção que Deus dava a Davi foi retirada de sobre ele quando ele pecou nessas ocasiões, o que acabou o levando à tragédia. É claro que, quando se volta a Deus, a proteção volta também. Ninguém fica desolado para sempre. A Bíblia retrata muito bem como essa “cerca de proteção espiritual” realmente existe:

“Pois tu, Senhor, abençoas o justo; o teu favor o protege como um escudo” (Sl.5:12)

“Deus me protege como um escudo, ele salva os que são honestos de verdade” (Sl.7:10)

“É o Senhor Deus quem protege aqueles que o temem, é ele quem guarda aqueles que confiam no seu amor” (Sl.33:18)

Quando Deus mostrou para Satanás o seu servo Jó, ele (Satanás), respondeu:

“Será que Jó não tem razões para temer a Deus? Acaso não puseste uma cerca em volta dele e da família dele e de tudo o que ele possui? Tu mesmo o tens abençoado em tudo o que ele faz, de modo que os seus rebanhos estão espalhados por toda a terra” (Jó 1:9,10)

Mas essa cerca de proteção, esse escudo que protege aqueles que servem e obedecem a Deus, pode ser retirada:

“Mas estende a tua mão e fere tudo o que ele tem, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face. O Senhor disse a Satanás: Pois bem, tudo o que ele possui está em suas mãos...” (Jó 1:11,12)

O que aconteceu nesse momento? Deus retirou a cerca de proteção que protegia Jó (Jó.1:9) e dessa forma Satanás conseguiu ter o domínio sobre todas as coisas que pertenciam a ele. Jó perdeu todos os bois, ovelhas, camelos, filhos e filhas, e até a própria integridade dele foi atingida! A cerca de proteção pode ser retirada pelo pecado ou pela permissão de Deus (como foi no caso de Jó). Mas ela não é retirada para sempre.

O fim da vida de Jó foi sobrenaramente próspero, e ele recebeu tudo em dobro do que ele tinha antes. A cerca de proteção, que havia sido temporariamente retirada dele, voltou! Essa cerca de proteção, esse escudo de Deus, só protege aqueles que amam a Deus e o teme, àqueles que são honestos de verdade (Sl.7:10), mas se porventura cairmos na fé, estaremos expostos aos dados inflamados do maligno. Todavia, quando pecarmos, pratiquemos o perdão e o arrependimento, confessando os nossos pecados diante de Deus, a fim de que a mão do Todo-Poderoso esteja novamente sobre nós, porque “o Anjo do Senhor acampa ao redor daqueles que o teme e os livra” (Sl.34:7)

CONCLUSÃO
Satanás ainda “anda em derredor, bramando como o leão, procurando a quem possa tragar” (1Pe.5:8). Mas nós, que somos a Sua Igreja, temos o poder na autoridade do nome de Jesus Cristo, o Nazareno, de expulsar e até repelir demônios, nós que somos lavados com o sangue dele temos que executar essa vitória que Cristo teve no Calvário, “preenchendo o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a Igreja” (Cl.1:24).

Temos que tomar cuidado em não “supervalorizar” o adversário, pois nós sabemos que “se Deus é por nós, ninguém será contra nós” (Rm.8:31), e nós “tudo podemos naquele que nos fortalece” (Fp.4:13). Mas também não podemos negar a batalha espiritual e muito menos subestimar o nosso adversário. Satanás é inteligente, ele enganou até a anjos! Paulo recomenda firmemente para ficarmos firmes contra “as astutas ciladas do maligno” (Ef.6:11).
Revesti-vos, pois, de toda a armadura espiritual, de todas as armas que podemos usar nessa guerra espiritual, que não é contra a carne e o sangue, mas contra os principados e as potestades, contra as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais. Cingindo-vos com o lombo da verdade, a couraça da justiça, a pregação do evangelho, tomando o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus, e orando em espírito o tempo todo, por todos os santos. Porque estou certo de que “nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Rm.8:38,39). Aleluia!

Autor: Lucas Banzoli - Divulgação: A Palavra Virtual | Estudos Biblicos | Batalha Espiritual

terça-feira, 19 de março de 2013

Católicos e evangélicos unidos pela cassação de Jean Wyllys



banner

Uma campanha no facebook tem exigido a cassação do deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) por falta de Decoro Parlamentar e transgressão a carta mágna da Constituição Federal Brasileira. Veja a campanha no facebook clicando aqui.

Não obstante, circula ao mesmo tempo um abaixo assinado visando a cassação dseu mandato.

Católicos e evangélicos se unem para solicitar a cassação do mandato do deputado que, segundo afirmam, vêm agindo de forma heterofóbica e contra a família brasileira.

Veja na integra o conteúdo do abaixo assinado.

Para: Câmara dos Deputados e Sociedade Civil

Exigimos a cassação do deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) por falta de Decoro Parlamentar e transgressão a carta mágna da Constituição Federal Brasileira, em específico ao Art 5º IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.

Esse deputado vêm, com frequência, agindo de forma heterofóbica e contra a família brasileira, através de projetos de leis imorais que visam destruir a família brasileira, a moral e os bons costumes.

Não podemos aceitar que algo desse tipo seja praticado em nossa sociedade e que os deputados como o Jean Wyllys usem de seu poder e autonomia para perseguir, destruir , desmoralizar e arrazoar com a família brasileira e pessoas de bem.

Após repetitivos ataques contra o povo brasileiro, à igreja e contra qualquer um que se oponha às exigências feitas pelo deputado, pela falta de respeito para com a família brasileira e pela apologia que ele tem feito de uma “liberdade” que fere vários incisos da nossa Constituição, nós pedimos a cassação do deputado Jean Wyllys.

Os signatários

Para acessar o abaixo assinado e assinar acesse aqui.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A vida que agrada a Deus
Categorias: Esboço de sermão,Pregação

Texto: 2 Coríntios 5:9-21

Introdução

A oração de Jesus para todos os crentes - UNIDADE (João 17:22-23)

"E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um; eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim”.

Exemplos: Um Deus, um evangelho, uma graça...

Em 2 Coríntios 5:9 nos é dito que também devemos ter um objetivo: viver uma vida que agrada a Deus.

"Pelo que também nos esforçamos para ser-lhe agradáveis, quer presentes, quer ausentes”.

Como podemos viver uma vida que agrada a Deus?

Aqui estão três pensamentos de nossa passagem
1. A vida que agrada a Deus começa na reconciliação. V. 18-21

Reconciliação significa uma mudança de um estado de inimizade entre duas pessoas a um estado de amizade.

Como posso mudar o estado de inimizade entre mim e Deus? Através da reconciliação

Como recebemos a reconciliação entre nós e Deus?

V. 19 - Ele nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo
V. 20 - Deus reconciliou o mundo consigo, em Cristo.

É através de Cristo e somente através de Cristo que temos a reconciliação com Deus

Quais são os resultados da reconciliação?

Deus já não conta nossos pecados contra nós (v.19) (Ele conta nossos pecados contra Cristo)
Deus conta a justiça de Cristo contra nós (v.21)

II. A vida que agrada a Deus continua em renovação. V. 17

"Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”.

A renovação é efetuada apenas uma vez? NÃO! É um processo de longa duração.

A tradução correta é "se alguém está em Cristo, é uma nova criatura, o velho se foi e está indo, o novo chegou e está chegando”.

Alguma das coisas novas que Cristo quer nos dá inclui um novo coração, uma nova mente, uma nova aliança, uma nova canção...

A renovação é automática? Não!

O segredo para encontrar a renovação em Cristo é encontrado no versículo 15

"e ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou”.

A chave para a renovação é viver para Cristo, em vez de viver para nós mesmos.

Quanto mais vivemos para Cristo, mais renovação, vamos experimentar.

Ilustração: A sala do trono em nosso coração

Quem se senta no trono; Cristo ou o Eu?
III. A vida que agrada a Deus inclui alcançar a outros

"Mas todas as coisas provêm de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Cristo, e nos confiou o ministério da reconciliação”.

Há três coisas que precisamos a fim de alcançar a outros.

1. O temor de Deus (v.11)

Muitas vezes acontece o contrário. Em vez de temer a Deus e tentar convencer os homens; tememos os homens e tentamos convencer a Deus de que não podemos alcançar outros.

2. O Amor de Cristo (v.14)

"Pois o amor de Cristo nos constrange, porque julgamos assim: se um morreu por todos, logo todos morreram".

Precisamos ter o mesmo amor que Cristo tem para com o perdido.

Nós normalmente temos o amor de Cristo para com os santos, mas não para com os pecadores.

3. A perspectiva eterna (v.12)

"Não nos recomendamos outra vez a vós, mas damo-vos ocasião de vos gloriardes por nossa causa, a fim de que tenhais resposta para os que se gloriam na aparência, e não no coração”.

Ter um ponto de vista de mundo das pessoas e ter um ponto de vista eterno das pessoas são coisas completamente opostos.

Deus vê as pessoas como salvos ou perdidos ele não dá muita atenção a aparência física ou o status.

Pr. Aldenir Araújo
Amós: Um Homem Especial Para Uma Tarefa Difícil
Categorias: Esboço de sermão,Pregação

Texto: Amós 7: 14-15
Introdução:

A. Amós profetizou durante a última parte do reinado de Jeroboão II, cerca de 760-750 AC. Isto foi de cerca de vinte e cinco anos antes do cativeiro do norte.

1. Jeroboão II reinou sobre o que os historiadores chamam de “Veranico".

a. "Veranico" é um período enganoso de tempo quente pouco antes do frio severo e amargo.

2. Israel estava gostando da prosperidade material e, para o povo, a coisa nunca esteve melhor, o futuro nunca pareceu mais brilhante, mas Amós viu um quadro muito diferente.
I. O Homem Amós.

A. Um pastor e plantador de sicômoros. Amós 1:1; 7:14-15

B. Um profeta do sul do reino do norte. Amós 7:12

C. Amós e Oséias: um contraste fascinante.

D. Um homem com um "fardo" para suportar.

Fardo da responsabilidade.
Fardo da rejeição e do ridículo.

II. As Difíceis Condições Que Amós Enfrentou.

A. Prosperidade material. Amós 3:15; 6:1-6

"Mas não está preocupado com a ruína de José".

B. Declínio moral e corrupção. Amós 2:6-8; 5:10-12

C. Continua apostasia religiosa. Amós 5:21-24

Deus não quer um culto que se torna um sentido ritual. Mateus 15:8; Ezequiel 33:31

D. A atitude orgulhosa e arrogante. Amós 5:18-20
III. O Julgamento Do Senhor.

A. O julgamento foi merecedor. Amós 7:7-9; 8:1-6

Duas visões: o prumo e o cesto de frutas do verão.

B. O julgamento seria imutável. Amós 4:6-12

"Portanto... prepare-se para encontrar com teu Deus, ó Israel".

C. O julgamento seria grave. Amós 3:11-12, 4:2

D. O julgamento foi inesperado. Amos 5:27; 6:3; 9:10

Porque nunca tinham sido incomodados por um império distante, se sentiram seguros. No entanto, Amós adverte que iriam para o cativeiro "para além de Damasco".

Conclusão.

A. Apenas a pílula amarga do cativeiro e da destruição nacional poderia finalmente acordar o povo humilde e, o seu espírito orgulhoso.

B. A mensagem de Amós transcende o tempo e ainda é clara e tem lições importantes que devemos prestar atenção.

"Nunca é cedo demais para se arrepender, pois nunca se sabe em breve poderá ser tarde demais”.
Mesmo que seja tarde demais para o Brasil como uma nação, vamos procurar o Senhor com todo o nosso coração para que possamos ser salvos por Ele, em vez de sofrer sua ira.
Nós podemos ser libertos da ira vindoura através de Jesus Cristo. II Tessalonicenses. 1:10

Pr. Aldenir Araújo

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Pastor Jacó Pregando na Igreja Fogo e Glória do Gama DF

Deus falando com a Igreja fortemente

Paraíso ou Inferno Para Onde Você Vai

“Ora, havia certo homem rico, que se vestia de púrpura e de linho finíssimo, e que todos os dias se regalava esplendidamente. Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele; e deseja alimentar-se das migalhas que caiam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! e manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque eu estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu em tormentos. E além de tudo, esta posto um grande abismo entre nós e vós de sorte que os querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós. Então replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho a fim de não virem também para este lugar de tormento. Respondeu Abraão: Eles tem Moisés e os profetas; ouçam-nos. Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão pouco se deixarão se persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.”(Lucas 16:19-31) “Ora, havia certo homem rico... O Verbo ‘Haver’ no sentido de existir foi empregado ‘havia’, no caso existiu, um homem rico, vaidoso se vestindo de púrpura e linho finíssimo, muito caro e raro. O Homem era esbanjador ‘regalava-se esplendidamente’ todos os dias. Todavia este homem não havia ajuntado nenhum tesouro no céu, talvez essa razão principal do Nome do Rico não ser citado. Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de Chagas... Assim como existia o rico, na mesma cidade e no mesmo local também existiu o pobre mendigo, identificado como Lázaro. Jesus observava os dois ao mesmo tempo, um ele cita o nome Lázaro, enquanto o nome do outro ele não cita. É sinal e prova que Deus chama os seus servos pelo nome. (Is. 43:1) Enquanto o rico se vestia com púrpura e de finíssimo linho, o mendigo estava coberto de chagas. Ninguém dava valor pra ele, No entanto diante de Deus aquele homem era de grande valia. Lázaro era mendigo na terra, porém, havia acumulado tesouro no céu e lá ele é rico. Até os cães vinham lamber-lhes as úlceras... Que cães seriam esses? Às vezes quem cuida de nossas úlceras são aqueles que menos esperamos! Deus escolhe as coisas loucas para confundir as sábias (1ª Co. 1: 27) aqueles que consideramos desprezíveis muitas vezes são mais valiosos do que possamos imaginar. Enquanto os doutores negavam bálsamo para as úlceras daquele homem os ‘cães’ lambiam as chagas. Outra lição pode-se extrair daqui, os animais são mais atenciosos e amorosos que muitos seres humanos. Que jazia à porta daquele... O Mendigo estava ali à porta do Rico a fim de que o rico pudesse ajuntar algum tesouro no céu através dele. Lázaro era uma porta de entrada para o rico. Caso ajudasse a Lázaro naquela ocasião e lhe ouvisse poderia ajuntar tesouros no céu e ir para lá. O Rico não aproveitou a oportunidade, como muitos hoje não aproveitam a oportunidade de ajudar o seu próximo. Deixo consciente que as obras de caridade não são suficientes para herdar a vida eterna. É preciso crer no Senhor Deus com o único intermediário, Cristo Jesus. (Ler e Meditar em S.Tiago 3: 14-26) Algumas pessoas estão ocupadas como gastar o seu dinheiro, enterram o seu coração nas riquezas terrenas as quais são passageiras, o ladrão rouba, a ferrugem corroí, a traça consome. Tem gente preocupada na compra roupas de grandes marcas, não se preocupando com o seu próximo, carente de um agasalho de frio, Ricos costumam a dar bifes para cachorros, mas negam pão para famintos. E desejava alimentar-se das migalhas que caiam da mesa do rico. Às vezes as pessoas precisam de apenas algumas migalhas do rico para pagar suas contas, para saciar a fome, para obter um pouco de conforto, para vestir uma roupa de frio, para usufruir de um utensílio necessário, entre outras coisas mínimas para o rico, porém máxima para o pobre. Lázaro como qualquer ser humano também tinha seus desejos e necessidades. Quantas vezes nos iludimos com aquilo que o rico possui e esquecemos o melhor de tudo guardado no céu? Ou lá na frente quando de fato estivermos preparados para tomar posse? (Meditar no Salmo 73) Aconteceu morrer o mendigo... O Mendigo Morreu e não reencarnou, porque ele não era a reencarnação de ninguém. Uma vida para ele era mais do que suficiente para acumular tesouros no céu. Nesta lição de Cristo aprendemos que Lázaro não precisou mais de uma vida para torna-se rico no céu. Levado pelos anjos para o seio de Abraão... Lázaro foi levado pelos anjos, na morte do justo, não existe reencarnação/ transmigração ou coisa semelhante. Lázaro morreu foi levado pelos anjos direto para o Seio de Abraão, lugar de Descanso. Lázaro não necessitava mais de aperfeiçoamento, ou uma nova vida para ser melhor. Abraão foi uma pessoa real e não um mito como alguns pensam, Cristo jamais citaria Abraão neste assunto se Abraão fosse mito. Lázaro foi levado pelos Anjos, isto indica que é Impossível de chegar até o lugar de repouso sem ajudar de Deus, para Lázaro chegar lá, Deus enviou anjos. Morreu também o rico, e foi sepultado... A Palavra Sepultado significado: Enterrado, isolado, recolhido, e não Reencarnado. O Rico viveu uma vida de esplendor. Uma Vida é mais do que suficiente para descansar no seio de Abraão e ser melhor, não precisamos de mais de uma vida para procurar fazer a coisa certa./ Precisaria ele nascer pobre em outra vida? Com certeza a resposta é não. Pois se ele não conseguiu contribuir para a sua salvação enquanto era Rico; quem garante que sendo ele pobre seria salvo? A Morte vem para todos independente da classe, tanto rico como pobre morrem, não Reencarnam, Morte é sinônimo de Cessação de Atividade terrena, fim de vida na terra. Os anjos não são citados na morte do rico. Os anjos do SENHOR Deus estão a serviço dos justos e não a serviços dos ímpios, por mais ricos que sejam. O Rico foi levado pelos homens até ao sepulcro, ali os anjos não vieram buscá-lo para o Seio de Abraão. O Rico não levou consigo seu guarda roupa de roupas finíssimas e nenhuma dracma de suas riquezas terrenas acumuladas e muito menos nenhum de seus serviçais. No inferno, estando em tormentos levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Entenda-se nesta ocasião o Paraíso e o Inferno, se localizavam no Mundo Invisível dos Mortos, separados por um grande abismo, todavia o Paraíso foi levado com seus habitantes ao 3º Céu: Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo não sei, se fora do corpo não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até o terceiro céu. Sim, conheço o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei: Deus o sabe), que foi arrebatado ao paraíso, e ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir. (2ª Co. 12: 2-4) / No Inferno há tormentos, duradoura aflição de espírito, angustia interminável, tortura sem fim. Embora alguns sustentem que Deus é Amor, não se pode ignorar que Deus é Justiça. O Castigo eterno é anunciado na Bíblia Sagrada, é preciso estudar com cuidado e toda cautela possível essa questão, para que não venhamos tirar conclusões precipitadas. É lógico essas conclusões precisam ser elucidadas sob a óptica da própria bíblia sagrada e não firmada nas teorias extras bíblicas, sem respaldo na bíblia e muito menos versículos isolados. A Morte é Descanso para o Justo, porém é Tormento para os Ímpios. No Mundo dos Mortos (Sepultura) o Rico estava consciente num compartimento conhecido como ‘Inferno’ ou ‘Lugar de Tormentos’. Enquanto, Lázaro estava repousando no Seio de Abraão. No Inferno, estando em tormentos... Dizem que o Inferno é aqui, outros dizem que o Inferno não existe; outros afirmam que o inferno é tudo menos um lugar de Tormentos. Mas, Jesus apresenta o Inferno como lugar de tormentos completamente isolado do mundo dos vivos. Quem está com a Razão? Se o Inferno é um Lugar de Tormentos não pode ser aqui, porque aqui há quem nos console. Se o Inferno Não Existe porque Jesus ensinou que o Inferno existe? Se o inferno é tudo menos um Lugar de Tormentos, que tipo de Tormento Jesus se refere? O que seria a causa desses tormentos? A consciência dos males efetuados enquanto estava com vida? Omitir Socorro e ajuda para os necessitados? Pois Lázaro jazia a sua porta e não era ajudado. Ou seria nunca dá ouvidos aos Ensinos de Moisés e os Profetas? Por achar que tudo no Velho Testamento são alegorias ou conto de Carochinha? “Se não ouvem Moisés e aos profetas..., a quem ouvirá então? O que será daqueles que se recusam a ouvir a Palavra de Deus? Quais seriam exatamente os tormentos do Rico no Inferno? Levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro... Há uma separação entre justos e ímpios quando morrem. Não existe uma ou mais reencarnações, existe uma separação definitiva. Como diz o escritor aos Hebreus: E assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, e depois disto, o juízo. (Hebreus 9: 27) Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! Tanto o Rico como Lázaro eram filhos de Abraão, demonstra que todos nós somos filhos de Deus, entretanto um deles foi salvo e o outro condenado. Há um aviso constante e eminente sobre a existência do céu e do inferno. Há um convite constante e direto para uma vida de santidade. Cabe a nós fazer a escolha e arcar com os resultados da escolha. Manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua... Quantas vezes Lázaro; rogou ao Rico? No Inferno o Rico ainda queria fazer de Lázaro o seu serviçal. E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua... Se reencarnação de fato existisse este rico seria irremediável! A água a ponta do dedo talvez simbolize uma palavra de animo, conforto e esperança. ...E me refresque a língua. Na vida Lázaro mendigava e desejava as migalhas da mesa do rico, agora a situação é invertida, o rico deseja uma gota (migalhas) da riqueza de Lázaro no Paraíso, para ele é mais um tormento. O quê seria para o rico grande alivio naquele lugar de tormentos? A Idéia do Rico era Lázaro sair do Paraíso para o inferno onde ele estava a fim de levar um pouco de conforto, ao menos uma palavra. Jesus certa feita disse: “Aquele, porém, que beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede para sempre; a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna”. (João 4: 14) o Rico pediu água na hora errada, agora era tarde demais. Talvez por acreditar que haveria uma segunda chance, uma terceira, uma quarta e assim em diante, ele perdeu a vida eterna de gozo. E não adianta ninguém rezar agora pelos mortos. Ore em favor dos vivos. Aproveite essa vida que você tem, porque ninguém e nada garante que teremos uma segunda chance. Porque eu estou atormentado nesta chama... A Chama não seria um fogo qualquer, não pode ser um fogo comum que se apaga. Esse fogo usado por nós, não pode atingir a alma e o espírito. Para afligir a alma e o espírito é um fogo diferente, um tormento semelhante ao tormento de uma queimadura, a única diferença é que essa queimadura será na alma/espírito. ‘Porque eu estou atormentado nesta chama’. Confirma a tese que o Inferno é um lugar de tormentos. Sendo um lugar de tormento ninguém dorme. A Chama possivelmente é o Sentimento de Culpa iluminando a Consciência. A Consciência e as atividades estariam cessadas para o mundo dos Vivos, porém no Mundo dos Mortos a Consciência (alma/ espírito) estaria acesa para o Juízo no Inferno, afligindo a alma/espírito. O Rico enquanto estava vivo fez questão de atirar na escuridão do esquecimento a sua consciência de culpa pelos seus atos, ao invés de se arrepender. Agora o Rico querendo ou não teria a consciência de culpa de todos os seus atos pecaminosos, aumentando ainda mais o tormento. O Rico com certeza estava lamentando a oportunidade perdida de entrar no Paraíso. Ver Lázaro usufruindo desses benefícios seria um desconforto muito grande para o rico. O Rico dizia: estou atormentado nesta chama... Não estava descansando, nem dormindo, nem reencarnando, o Rico estava acordado, consciente, limitado ao mundo dos mortos sendo atormentado, numa chama a qual nunca se apaga (Mc 9: 43,44) Atormentado significa: aflito, agitado, torturado, sofrimento. Talvez alguém diga: Como pode um Deus de Amor colocar pessoas no Inferno para atormentá-las? Cabe outra pergunta como resposta: Como Deus é um Deus de Justiça se deixa impune os culpados?(Jr.33: 16) Porventura seria Deus Injusto trazendo a Ira sobre nós por causa de nossas injustiças? (Rm 3: 5) Lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida... Analisando friamente o caso, o Rico teve mais motivos pra ser salvo do que o Ímpio, ele recebeu muitíssimos favores e Deus e mesmo assim, não foi grato a Deus, não serviu ao Senhor com seus bens, ajudando seus semelhantes. Ele recebeu Bens no sentido material e espiritual. Os teus bens em tua vida a Palavra vida está no singular e não no plural: Vidas. Numa só vida recebeu Bens suficientes para ser salvo e não condenado. Fica claro a multidão de bens não garante a vida eterna, a multidão de favores divinos imerecidos, apenas aumenta a nossa divida com Deus, essa é uma das razões a qual nós temos o dever de aproveitar a vida que temos para dedicá-la a serviço de Deus. E Lázaro igualmente os males... Lázaro somente precisou de uma vida para partir para o Seio de Abraão. Embora padecendo males por cima de males, Lázaro tinha tudo para amaldiçoar a Deus e morrer, porém Lázaro desprovido de Bens; continuou integro com Deus, e com isso acumulava tesouros nos céus. Lázaro teria motivos de sobra para abandonar a Deus e ser condenado no Inferno. A Pobreza e a Riqueza não salva e nem condena a ninguém, a riqueza e a pobreza servem apenas para provar a nossa Fidelidade com Deus. Agora, porém, aqui, ele está consolado; tu em tormentos... Uma vez mais a Palavra tormentos entra em cena; Lázaro estava Consolado, no Conforto, enquanto o Rico estava atormentado. Por mais que alguém negue o Inferno, ou diga que o Inferno é aqui ou é de maneira diferente. Jesus faz questão de enfatizar o Inferno como lugar de tormentos. É Preciso aproveitar a vida para morrer e partir para o Conforto e não para o tormento, não é bom aguardar para ver. Lázaro estava convencido; que valeu a pena passar por tudo para ser salvo. A Morte para o Justo trás o Consolo, e para o ímpio a morte trouxe os tormentos de uma vida de desperdícios de bênçãos. ‘Ele está Consolado; tu em Tormentos’ De um lado assistimos Lázaro Consolado e do outro lado o Rico Atormentado, sofrendo, aflito, estaria Jesus nos contado uma estória de Carochinha? Será que não estamos desperdiçando oportunidades? Estamos aproveitando bem nessa vida as bênçãos do Deus Eterno? E Além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós... Quem está no Lugar de Tormentos é impedido de chegar até o Paraíso, aqui o purgatório é descartado. Do mesmo modo quem está no Paraíso é impedido de partir para o Lugar de Tormento na tentativa de ajudar alguém. E Além de tudo há um grande abismo entre o Céu e o Inferno, separando o Justo do ímpio após a morte. Esse Abismo impede a passagem de um lado para o outro. Descartando a possibilidade de alguém no Inferno ser salvo através de reza, ou de reencarnação ou de qualquer outra maneira sair do Inferno, o qual podemos dizer que é uma espécie de presídio de segurança máxima infalível, sem possibilidade de fuga, uma prisão eterna. Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis (Rm. 1: 20) Entre o Paraíso e o Inferno existe um Grande Abismo separando os habitantes do Paraíso e os habitantes do Inferno impedindo o acesso entre eles. Desse modo quem mora no Paraíso não pode fazer nada em favor daqueles que estão no Inferno. Descarta-se toda e qualquer possibilidade de transferência ou saída de quem está no Inferno para o Paraíso ou vice versa. De sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós. De igual modo quem está no Paraíso ou no Inferno está impedido de vir até o mundo dos Vivos trazerem alguma mensagem. Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. (Ec. 9: 4) O Rico se propôs se comunicar seus irmãos vivos o que não foi possível. Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. (Ec. 9:5) Então replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, O Rico se preocupou com seus familiares, ele gostaria que Lázaro fosse até ao Mundo dos Vivos para pregar aos seus cinco irmãos. O que era impossível para Lázaro mesmo que ele quisesse anunciar a mensagens para os irmãos do Rico. Ora se o lugar é de descanso, como os que estão lá vão trabalhar levando mensagens para os vivos? Ninguém falecido por melhor que tenha sido em vida, pode voltar aqui para nos anunciar alguma mensagem. Segundo o Ensino de Jesus Descartam-se espíritos de luz de pessoas boas que faleceram para nos trazer notícias do além ou mensagens. Neste episodio o Nosso Senhor Jesus Cristo nos ensina que é impossível alguém sair do Paraíso ou do Inferno para nos trazer uma Mensagem. Outra coisa a Oração do Rico foi tardia demais. Temos que orar enquanto estamos vivos. Neste trecho também aprendemos que a intercessão dos mortos em nosso favor é vã, em nada pode surtir efeito. Assim os santos falecidos não são nossos intercessores, estão impedidos de nos ajudar ou servir como ajudadores em nosso favor diante de Deus. O Único mediador entre Deus e os homens é Cristo. Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. (João 14: 6) “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, o homem” (2ª Tm 2:5) Porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho a fim de não virem também para este lugar de tormento... Pelo que parece o Rico durante sua vida terrena não acreditava na existência do Inferno com um lugar de tormentos. Como muitos não acreditam na existência de um lugar de tormentos em nossos dias. Pelo jeito seus irmãos eram ímpios. Nem ele e nem os seus cinco irmãos pelo que lemos não estavam a serviço de Deus, ou acumulando riquezas no Céu. Daí a preocupação do rico com eles. Talvez eles não acreditassem na existência de um lugar de tormentos nas Escrituras Sagradas. Estando o rico no Inferno sendo atormentado acordou para a realidade e não queria que seus irmãos viessem sofrer juntamente com ele no Inferno. Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. Moisés havia deixado a Lei, agora havia os profetas para anunciar a Mensagem. Por outro ângulo podemos interpretar Moisés como representante legal da Lei abaixo de Deus, e os Profetas são os demais livros da Bíblia, nesse contexto no resumo Abraão queria dizer eles tem a Escritura Sagrada, portanto, ouçam seus proclamadores. Note Jesus informou que os irmãos do Rico precisavam ouvir a Lei e os Profetas para serem salvos. A Lei e os profetas (Profetas: é o nome dado aos livros proféticos do Velho Testamento, os livros dos Profetas Isaias, Jeremias, Ezequiel, Daniel, Oseías, Jonas, Ageu, Malaquias, Amós e outros.) Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. O Rico apresentou a proposta de que alguém dentre os mortos podia se deslocar até o mundo dos vivos para levar mensagem. A Proposta foi dispensada de imediato. Fica claro que Deus usa os vivos para pregarem o Evangelho e não os mortos. E que os mortos nada podem fazer em favor dos vivos ou contra. Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; porque no Seol, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma. (Ec. 9: 10) Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, Tem gente duvidando da existência de Abraão, Tem gente desprezando e ignorando a Lei de Moisés, Tem gente desconsiderando e deixando de meditar nas mensagens dos Profetas da Bíblia. Como vão ficar essas pessoas após a morte? E no dia do Juízo serão julgadas por isso? Desprezar a Bíblia Sagrada é ato de Suicídio Eterno. “Tão pouco se deixarão se persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos...” Seus irmãos não acreditariam, não deixariam se convencer e nem aceitariam. Porque eles não estavam ouvindo nem a Lei de Moisés e nem os Profetas, seus irmãos eram tão incrédulos quanto ele. Muito menos ouviriam os mortos se Ressuscitassem e ou se Reencarnassem.